Seus olhos - Almeida Garrett
"Seus olhos - se eu sei pintar
O que os meus olhos cegou -
Não tinham luz de brilhar,
Era chama de queimar;
E o fogo que a ateou
Vivaz, eterno, divino
Como o facho do Destino
Divino, eterno! - e suave
Ao mesmo tempo: mas grave
E de tão fatal poder,
Que, um só momento que a vi,
Queimar toda a alma senti...
Nem ficou mais de meu ser,
Senão a cinza em que me ardi."
domingo, 26 de janeiro de 2014
Fomos escolhidos
Enviados de grandes distancias e cidades
Levados pelo pensamento
Que sem hesitar saiu da cabeça
Ah, a saudade
Que nos dá de tudo um pouco
Quando menos reparamos, cá está
E aos poucos nos arrasta a solidão
É simples, tal simplicidade
Que nunca conseguimos construir
Que nunca deu exito
De tão simples
Minha cabeça deu um nó
E estagnado fiquei
E estagnado, acabei-me
Enviados de grandes distancias e cidades
Levados pelo pensamento
Que sem hesitar saiu da cabeça
Ah, a saudade
Que nos dá de tudo um pouco
Quando menos reparamos, cá está
E aos poucos nos arrasta a solidão
É simples, tal simplicidade
Que nunca conseguimos construir
Que nunca deu exito
De tão simples
Minha cabeça deu um nó
E estagnado fiquei
E estagnado, acabei-me
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Eu nunca vou entender o Amor
Com todo tipo de contrariedade,
de desilusão e até mesmo de irritabilidade;
Não consigo dizer que me curei completamente
Aliás, porque usar a palavra curar,
Se algo assim não pode ser uma doença?
Sigo tentando, e um dia ei de conseguir
Mas até lá, não negarei:
Amo-te, minha querida.
Com todo tipo de contrariedade,
de desilusão e até mesmo de irritabilidade;
Não consigo dizer que me curei completamente
Aliás, porque usar a palavra curar,
Se algo assim não pode ser uma doença?
Sigo tentando, e um dia ei de conseguir
Mas até lá, não negarei:
Amo-te, minha querida.
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