De todas as vontades
Que ao meu ver passam assim
Por fim, no percorrer da história
Está chegando, enfim.
O mar que bate na areia
As estrelas que encobrem o céu
Como a unica necessidade
Que se apresenta assim, sem ser convocada.
Em sua essência, não me abandonas
Mas já não te quero por aqui
Se for possível salvar um resquício
Faça-o agora, o caminho não tem volta,
E talvez eu não queira voltar.
As estrelas que encobrem o céu
De manhã já não estão lá.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Tentei ver na sua ótica
Parei, pensei e analisei
Até tentei fazer parte dessa vida
Sem grandes trunfos encontrar
Mudar tudo que sou
Que escolha mais cruel
Mas se assim não for
Será que ficarei ao léu?
Duvidas assim não se vão
Fico nesse questionar sem fim
E o passar do tempo foi esquecido
Passou depressa
Fiquei pra trás
Sem entender, sem jamais ser compreendido.
Parei, pensei e analisei
Até tentei fazer parte dessa vida
Sem grandes trunfos encontrar
Mudar tudo que sou
Que escolha mais cruel
Mas se assim não for
Será que ficarei ao léu?
Duvidas assim não se vão
Fico nesse questionar sem fim
E o passar do tempo foi esquecido
Passou depressa
Fiquei pra trás
Sem entender, sem jamais ser compreendido.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Olhos negros
Olhos negros - Almeida Garrett
"Por teus olhos negros, negros
Trago eu negro o coração
De tanto pedir-lhe amores...
E eles a dizer que não.
E mais não quero outros olhos,
Negros, negros como são;
Que os azuis dão muita esp'rança,
Mas fiar-me eu neles, não
Só negros, negros os quero;
Que, em lhes chegando a paixão,
Se um dia disserem sim...
Nunca mais dizem que não."
"Por teus olhos negros, negros
Trago eu negro o coração
De tanto pedir-lhe amores...
E eles a dizer que não.
E mais não quero outros olhos,
Negros, negros como são;
Que os azuis dão muita esp'rança,
Mas fiar-me eu neles, não
Só negros, negros os quero;
Que, em lhes chegando a paixão,
Se um dia disserem sim...
Nunca mais dizem que não."
Amor vivo
Amor vivo - Antero Quintal
"Amar! mas dum amor que tenha vida...
Não sejam sempre tímidos arpejos,
Não sejam só delírios e desejos
Duma doida cabeça escandecida...
Amor que viva e brilhe! luz fundida
Que penetre o meu ser - e não só beijos
Danos no ar - delírios e desejos -
Mas amor... dos amores que tem vida...
Sim, vivo e quente! e já na luz do dia
Não virá dissipá-lo nos meus braços
Como névoa da vaga fantasia...
Nem murchará do Sol à chama erguida...
Pois que podem os astros dos espaços
Contra uns débeis amores... se tem vida?"
"Amar! mas dum amor que tenha vida...
Não sejam sempre tímidos arpejos,
Não sejam só delírios e desejos
Duma doida cabeça escandecida...
Amor que viva e brilhe! luz fundida
Que penetre o meu ser - e não só beijos
Danos no ar - delírios e desejos -
Mas amor... dos amores que tem vida...
Sim, vivo e quente! e já na luz do dia
Não virá dissipá-lo nos meus braços
Como névoa da vaga fantasia...
Nem murchará do Sol à chama erguida...
Pois que podem os astros dos espaços
Contra uns débeis amores... se tem vida?"
sábado, 12 de outubro de 2013
Enviada tu fostes
Não se sabe por quem
Mas chegou em minha porta
Como quem nada tem
Simplesmente apareceu
Sem avisar a ninguem
Fiz o inimaginavel
Batalhei, lutei, avancei
Sem nunca te tirar do pensamento
Sem ter pedido qualquer coisa em troca
Sem ter sequer cogitado tal ato
Apenas o fiz, sem pensar
E agora, que o fiz
Fiz tantas e tantos
Me vejo preso
Em uma grande bolha
Que ao estourar
Não sei quem vai libertar.
Não se sabe por quem
Mas chegou em minha porta
Como quem nada tem
Simplesmente apareceu
Sem avisar a ninguem
Fiz o inimaginavel
Batalhei, lutei, avancei
Sem nunca te tirar do pensamento
Sem ter pedido qualquer coisa em troca
Sem ter sequer cogitado tal ato
Apenas o fiz, sem pensar
E agora, que o fiz
Fiz tantas e tantos
Me vejo preso
Em uma grande bolha
Que ao estourar
Não sei quem vai libertar.
Finalmente começo a perceber
Aos poucos, lentamente, quase que nada
Que o que faço não é saudável
Ou muito menos bem quisto
Talvez nem mesmo pelo principal beneficiado
Tenho que parar de agir como o estupido
Aquele que não acha lugar pra si
Que se põe em outro lugar por mera tentativa
Que se ilude cada vez mais
Sem nunca ter conseguido nada.
Aos poucos, lentamente, quase que nada
Que o que faço não é saudável
Ou muito menos bem quisto
Talvez nem mesmo pelo principal beneficiado
Tenho que parar de agir como o estupido
Aquele que não acha lugar pra si
Que se põe em outro lugar por mera tentativa
Que se ilude cada vez mais
Sem nunca ter conseguido nada.
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