E a minha semelhança com o Ted de "How I Met Your Mother" é tão grande
Que no fim dos episódios só vejo as lagrimas
Palavras dos meus Eus
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Seus olhos
Seus olhos - Almeida Garrett
"Seus olhos - se eu sei pintar
O que os meus olhos cegou -
Não tinham luz de brilhar,
Era chama de queimar;
E o fogo que a ateou
Vivaz, eterno, divino
Como o facho do Destino
Divino, eterno! - e suave
Ao mesmo tempo: mas grave
E de tão fatal poder,
Que, um só momento que a vi,
Queimar toda a alma senti...
Nem ficou mais de meu ser,
Senão a cinza em que me ardi."
"Seus olhos - se eu sei pintar
O que os meus olhos cegou -
Não tinham luz de brilhar,
Era chama de queimar;
E o fogo que a ateou
Vivaz, eterno, divino
Como o facho do Destino
Divino, eterno! - e suave
Ao mesmo tempo: mas grave
E de tão fatal poder,
Que, um só momento que a vi,
Queimar toda a alma senti...
Nem ficou mais de meu ser,
Senão a cinza em que me ardi."
Fomos escolhidos
Enviados de grandes distancias e cidades
Levados pelo pensamento
Que sem hesitar saiu da cabeça
Ah, a saudade
Que nos dá de tudo um pouco
Quando menos reparamos, cá está
E aos poucos nos arrasta a solidão
É simples, tal simplicidade
Que nunca conseguimos construir
Que nunca deu exito
De tão simples
Minha cabeça deu um nó
E estagnado fiquei
E estagnado, acabei-me
Enviados de grandes distancias e cidades
Levados pelo pensamento
Que sem hesitar saiu da cabeça
Ah, a saudade
Que nos dá de tudo um pouco
Quando menos reparamos, cá está
E aos poucos nos arrasta a solidão
É simples, tal simplicidade
Que nunca conseguimos construir
Que nunca deu exito
De tão simples
Minha cabeça deu um nó
E estagnado fiquei
E estagnado, acabei-me
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Eu nunca vou entender o Amor
Com todo tipo de contrariedade,
de desilusão e até mesmo de irritabilidade;
Não consigo dizer que me curei completamente
Aliás, porque usar a palavra curar,
Se algo assim não pode ser uma doença?
Sigo tentando, e um dia ei de conseguir
Mas até lá, não negarei:
Amo-te, minha querida.
Com todo tipo de contrariedade,
de desilusão e até mesmo de irritabilidade;
Não consigo dizer que me curei completamente
Aliás, porque usar a palavra curar,
Se algo assim não pode ser uma doença?
Sigo tentando, e um dia ei de conseguir
Mas até lá, não negarei:
Amo-te, minha querida.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
É palpável descobrir aquilo que mais temes.
Como um súbito trovão
Que só chegou quando a tempestade se foi
No começo, arrasa tudo
Destrói o que vê pela frente,
A velha arvore que serviu de alvo pode atestar.
O tempo, passa
E o que vemos agora, naquele que passou a ser um descampado?
A grama ressurge, e um broto germina;
Aquilo que está bem morto para alguns
Esconde a vida como nunca se imaginou.
Como um súbito trovão
Que só chegou quando a tempestade se foi
No começo, arrasa tudo
Destrói o que vê pela frente,
A velha arvore que serviu de alvo pode atestar.
O tempo, passa
E o que vemos agora, naquele que passou a ser um descampado?
A grama ressurge, e um broto germina;
Aquilo que está bem morto para alguns
Esconde a vida como nunca se imaginou.
domingo, 17 de novembro de 2013
A.L.
A.L. - Guerra Junqueiro
"Não és flor olimpica e serena
Que eu vejo em sonhos na amplidão distante;
Não tens as formas ideais de Helena,
As formas da beleza triunfante;
Não és também a mistica açucena,
A alva e pura Beatriz do Dante;
És artista gentil, a flor morena
Cheia de aroma casto e penetrante.
Não sei que graça, que esplendor, que arpejo
Eu sinto dentro d'alma quando vejo
Teu corpo aéreo, matinal, franzino...
Faz-me lembrar as vividas napeias,
E as formas vaporosas das sereias
Rendilhadas num bronze florentino."
"Não és flor olimpica e serena
Que eu vejo em sonhos na amplidão distante;
Não tens as formas ideais de Helena,
As formas da beleza triunfante;
Não és também a mistica açucena,
A alva e pura Beatriz do Dante;
És artista gentil, a flor morena
Cheia de aroma casto e penetrante.
Não sei que graça, que esplendor, que arpejo
Eu sinto dentro d'alma quando vejo
Teu corpo aéreo, matinal, franzino...
Faz-me lembrar as vividas napeias,
E as formas vaporosas das sereias
Rendilhadas num bronze florentino."
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